Educação

A falácia da isenção na educação

A falácia da isenção na educação

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A prática do ensino nas escolas públicas ou privadas requer uma filosofia de educação, que, por sua vez, exige ideias, métodos e valores e se orienta para um ideal na educação. Por trás disso, e influenciando cada escolha que se faz, está uma concepção de vida, de mundo, do ser humano, que por fim irá determinar o método. O que são essas coisas senão uma ideologia? Uma cosmovisão? Portanto, mesmo escolas e universidades públicas são ideológicas, ainda que se declarem laicas, isentas, científicas. A educação pública nunca é isenta. Mesmo que se afirme laica, ela é governada por ideologias marxistas, humanistas, materialistas, darwinistas, ideologias de gênero e etc.

Durante alguns séculos a educação no Ocidente foi feita com base numa visão cristã de mundo, dando origem às universidades e à moderna ciência. O que vemos hoje é uma substituição do paradigma cristão por um paradigma naturalista e materialista, o qual está longe de ser isento.

Educadores não são meras máquinas de análise e transmissão de informações — são pessoas de carne e osso, com sentimentos, emoções e intuições. Eles não transmitem passivamente suas observações e o conhecimento, mas projetam ativamente suas crenças em sala de aula.
Suas experiências pessoais servem para formar paradigmas, que são estruturas dominantes em torno das quais se organizam as aulas que eles ministram.

Onde está a isenção?

Augustus Nicodemus

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