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Criacionismo: ciência ou religião?

Criacionismo: ciência ou religião?

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O Criacionismo Científico não tenta provar que Deus teria criado o mundo. Ele apenas demonstra que o mundo (a natureza) foi criada. O criacionismo não procura descobrir quem criou a natureza. Ele apenas estuda a natureza, suas leis e seus processos. Por meio desse estudo é possível dizer se a natureza teria sido criada ou se teria surgido espontaneamente.

O criacionismo afirma que a natureza foi criada devido o conhecimento das leis da natureza e dos processos naturais. Assim, o criacionismo propõe que processos naturais (aleatórios ou não) e leis da natureza não teriam trazido à existência o universo, a vida, nem a complexidade que é neles encontrada.

Note que o criacionismo estuda apenas a atuação dos processos naturais e das leis da natureza no universo e na vida. Esses processos e leis não são criados pelos cientistas. Eles são observados e descobertos pelos cientistas. Eles são estudados por serem observáveis. E são observáveis porque a natureza funciona por meio deles.

À medida que conhecemos melhor cada um desses processos e cada uma dessas leis, aumenta a nossa confiança em afirmarmos que a natureza foi criada, pelo simples fato de sabermos, sem sombra de dúvidas, o que eles são capazes de produzir e o que eles não são capazes de fazer.

O Criacionismo não diz que haveria necessidade de uma atuação sobrenatural para que o universo e a vida viessem à existência. O Criacionismo não diz que foi Deus quem trouxe à existência tanto o universo quanto a vida. O que o Criacionismo Científico afirma é que processos naturais e leis da natureza não teriam trazido a natureza à existência. Essa proposta pode ser testada empiricamente, aplicando o conhecimento científico que temos sobre as leis da natureza e os processos naturais.

Assim sendo, não existem razões para considerar o criacionismo como religião ou mesmo religioso.

Retirado Do Livro: Dez Mitos sobre o Criacionismo, de Adauto J. B. Lourenço

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