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Qual o papel do professor cristão?

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Em um sentido específico, a Escola Cristã deve ser considerada uma extensão do lar cristão. Neste sentido ela tem de ser devidamente equipada e contar com o pessoal mais qualificado possível.

As considerações acima nos trazem até ao professor cristão.
O professor, ou a professora:

a. Certamente deve ser uma pessoa que reúna qualificações profissionais e acadêmicas, de tal forma que possa ser um testemunho vivo de que aquilo que é de melhor qualidade deve ser colocado a serviço do Senhor.

b. Deve ser uma pessoa comprometida a viver uma vida de serviço fiel para Deus, em Cristo, e de dedicação ao homem por amor a Deus.

c. Deve possuir equilíbrio e integração em todas as áreas de sua personalidade para que possa transmitir segurança aos jovens.

d. Deve estar bem consciente de que a sua tarefa lhe foi comissionada pelos pais. O professor não é um substituto destes, nem como centro de afeições, nem como formulador das diretrizes. Deve se considerar um auxiliador dos pais, tendo como missão orientar a aquisição de conhecimentos e o treinamento dos talentos naturais de seus alunos, fortalecendo a família, sob o temor do Senhor.

e. Deverá, por último, conhecer o significado verdadeiro do que é a Educação Escolar Cristã; os seus preceitos e as suas bases, devendo formular os seus ensinamentos dentro dessa estrutura.

Poderíamos dizer, na realidade, que o professor cristão é a chave do sucesso da Escola Cristã, bem como o seu requisito principal. Sem ele de nada adiantará a correta orientação filosófica, pois esta não conseguirá ser transmitida adequadamente aos alunos. Como uma peça chave, será também a de mais difícil aquisição e formação. Durante anos o professor cristão tem recebido o treinamento severo e continuo das instituições seculares e bebido todas as filosofias anti-Deus que estão sorrateiramente camufladas em materiais didáticos pseudo-objetivos.

Poderíamos dizer que o primeiro passo no estabelecimento de uma escola verdadeiramente cristã, seria o de recrutar professores qualificados e dedicados, dentro do campo evangélico, e efetivar com estes um longo período de treinamento filosófico cristão. Ao fim deste treinamento uma seleção deve ser efetivada, com o aproveitamento dos que compreendam as bases corretas do trabalho a ser desenvolvido. Não deverá constituir nenhuma surpresa se, ao final de tal programa, esbarrarmos com uma ou mais pessoas que não conseguem traduzir a sua fé e dedicação cristã, por mais piedosas que sejam, em princípios que orientem a tarefa diária que as espera.

Todos nós, cristãos, temos sido induzidos, uns de forma mais direta do que outros, a realizar as nossas atividades de forma errônea, como se elas subsistissem em compartimentos estanques, isoladas umas das outras. Assim procedendo, inibimos a influência prática e filosófica do evangelho em nossas atividades diárias, consideradas como “seculares”. Os professores não se constituem exceção a esta regra. Como já mencionamos, eles também foram exercitados por Satanás, em sua filosofia (utilizamos aqui o termo “exercitar” conforme empregado em 2 Pedro 2.14 – no original a palavra grega é “gymnazo”, de onde extraímos o nosso vocábulo “ginásio”, de exercícios ou de esportes).

Diante disso, o professor cristão, de modo geral, necessita hoje ser treinado e exercitado pela orientação da Palavra da Verdade.

Por Solano Portela

Fonte: https://ministeriofiel.com.br/artigos/a-responsabilidade-dos-pais-e-o-papel-do-professor-na-educacao-escolar-crista/

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