Cristianismo

A luta contra a fé: as mentiras que as universidades nos contam

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Inúmeras mentiras são contadas nas universidades em nossos dias. Sabemos que nem todos os professores compactuam ou participam disso, mas não podemos negar o caos acadêmico que vivenciamos e toda a forte militância contra a fé cristã existente nos campus.

E a primeira delas é a mentira que: Somente a religião requer fé.

Desde o primeiro dia de aula de inglês ou ciências, os professores costumam estruturar o currículo do semestre com base na premissa “divisiva” de que algumas pessoas têm fé e outras não. Normalmente, essa suposição postula a fé em Deus contra o naturalismo ou o ateísmo, como se as últimas cosmovisões não exigissem várias crenças em si.

Na realidade, essas teorias postulam crenças fracamente fundamentadas sobre a origem do universo, o significado da vida, a experiência de temor ou admiração, a base da dignidade humana e a justificativa para qualquer padrão moral universal que defina o errado como errado. A observação científica, por si só, não produziu muitas de suas conclusões.

Entre uma série de outras afirmações baseadas na fé, quase todas as pessoas que encontramos também proporão a crença em forças que não podemos ver fisicamente. Nunca tive um professor negando a existência do invisível. Cada um abrangia a realidade dos átomos, vento, magnetismo, gravidade e as extensões da galáxia, todos imperceptíveis ao olho humano. Acreditamos nessas forças percebendo seus efeitos e procurando a causa – assim como Deus agora é invisível para nós, mas acreditamos nele por suas obras (Rm 1.19-20). Além disso, cada professor confiava em relatos históricos de todos os tipos de pessoas e eventos para os quais temos muito menos testemunhas corroborantes do que a Bíblia.

A questão, portanto, não é se teremos fé, mas em que colocaremos nossa fé. A questão não é nem mesmo se colocaremos nossa fé em evidências, mas sim em quais evidências colocaremos nossa fé – evidências empíricas apenas, ou a interseção de evidências históricas, lógicas, morais e filosóficas nas quais o Cristianismo sempre foi baseado.

Em última análise, quando se trata da fé em Cristo, o problema não é uma falta de evidência confiável, mas uma inclinação para suprimir, por nossa própria injustiça, o que Deus já deixou claro para nós (Rm 1.18-19).

Fonte: https://voltemosaoevangelho.com/blog/2020/11/quatro-mentiras-que-meus-professores-me-contaram/

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