Educação Cristã

Cultos e aulas de religião não tornam uma escola cristã

Cultos e aulas de religião não tornam uma escola cristã

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De um modo geral, aqueles que estão envolvidos com escolas cristãs concordam mais do que depressa, reconhecendo que, sem a Palavra escrita, a Bíblia, e a Palavra viva, Jesus Cristo, uma criança está sendo lograda naquilo que lhe é de direito. Não está recebendo aquilo que é de vital importância para que ela venha a ser o que Deus quer.

No entanto, mesmo numa escola cristã, é possível que uma criança esteja sendo privada da verdade, especialmente em seus estudos acadêmicos. Pode ser que esteja envolvida com a aula de religião e com os cultos na capela, que esteja sujeita aos padrões e à disciplina cristã, que seja ativa nos cultos da igreja e ainda esteja recebendo, fundamentalmente, uma educação acadêmica secular. Aquilo que é ensinado e a maneira como é ensinado pode ser tão parecido com o que é feito numa escola não-cristã que um visitante não iria notar a diferença. 

Ao crescer o número de escolas cristãs, muitos professores que creem na Bíblia mudaram-se de escolas seculares para escolas cristãs. Alegraram-se com a liberdade de poder falar do Senhor e de tudo o que é mais precioso para eles. Estão contentes com níveis mais altos de disciplina e desempenho. Em muitos casos, porém, trouxeram para sua nova escola as mesmas perspectivas antigas de suas matérias. Em muitos casos, é a única coisa que conhecem. Eles mesmos aprenderam isso nas escolas seculares. Desenvolveram-se sobre essa base quando fizeram faculdade. Aprenderam a ensinar essas matérias e durante alguns anos, trabalharam com livros didáticos e manuais de professores humanistas que eram adotados.

Muitas vezes, os professores novos também foram preparados em instituições seculares ou faculdades não-cristãs, onde seus professores eram produto de universidades e cursos de pós-graduação humanistas. Com muita frequência, um sentimento típico é que: “Afinal de contas, estudos sociais são estudos sociais, independentemente de onde você leciona; então, porque esperar que sejam diferentes numa escola cristã?”. É claro que essa mesma atitude é expressa com relação a quase todas as áreas do currículo escolar.

Se cremos, de fato que a Bíblia tem autoridade sobre todos os assuntos dos quais ela trata, sobre história e ciências bem como sobre a doutrina cristã, temos a obrigação de descobrir o que a Bíblia diz sobre a matéria que lecionamos. Se deixamos de apresentar o que Deus diz, mas ensinamos outros aspectos de uma certa matéria, estamos privando os alunos da verdade e apresentamos a eles apenas parte da história.

Aquilo que ensinamos pode ser puramente humanista e contrário à verdade encontrada na Bíblia, ou pode ser verdade mas estar incompleto. Em qualquer um dos casos, o pensamento do aluno está sendo moldado de acordo com o padrão do mundo. Deus, porém, pede vidas transformadas, não conformadas com o mundo, mas baseadas em mentes renovadas que podem provar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Se as escolas cristãs desejam ser cristãs nas áreas acadêmicas e apresentar uma vida e uma visão de mundo que sejam bíblicas, os professores devem estar cada vez mais familiarizados com o que a Palavra diz sobre cada matéria; precisam buscar formas de envolver os alunos no aprendizado, formas que permitam que eles compreendam e aceitem o ponto de vista bíblico que é parte da vontade perfeita de Deus. Além disso, os professores cristãos devem cooperar uns com os outros para produzir livros didáticos e outros materiais baseados em princípios Bíblicos.

Ruth C. Haycock

Retirado e adaptado do livro: Enciclopédia das Verdades Bíblicas – Ciências da Natureza e Matemática. Acsi.

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